Cuidar em uma ILPI começa pela presença. No cotidiano institucional, há um trabalho que nem sempre é visível para quem está fora dessa realidade. Profissionais de diversas áreas do conhecimento equilibram demandas assistenciais e rotinas complexas para sustentar o bem-estar de pessoas com histórias de vida singulares. Essa presença contínua é o ponto de partida do cuidado, mas não se sustenta sozinha.
Para que a presença se transforme em cuidado consistente, torna-se necessário reconhecer limites. Antes de protocolos, metas ou ajustes de processo, o cuidado começa quando as equipes conseguem se perceber e reorganizar o próprio ritmo de trabalho, permitindo que a assistência deixe de ser apenas resposta à urgência e passe a se sustentar no cotidiano.
Esse reconhecimento dos limites está diretamente relacionado à saúde mental de quem cuida. Situações de sobrecarga emocional e exaustão tendem a comprometer a escuta e a capacidade de estar presente, o que fragiliza a experiência do cuidado no cotidiano. A qualidade assistencial se fortalece quando o trabalho das equipes é reconhecido e o cuidado passa a ser organizado de forma mais clara, favorecendo relações mais seguras entre quem cuida e quem é cuidado.
Sustentar essas condições exige olhar para o futuro das ILPIs de maneira estruturada. Cuidar de quem cuida não é um gesto acessório, mas um elemento central para a continuidade do cuidado. Pausas possíveis, espaços de escuta e rotinas mais previsíveis fazem diferença no dia a dia e contribuem para práticas que se mantêm viáveis com o passar do tempo.
Nesse contexto, a Gero360 entende que cuidar de quem cuida é parte essencial da qualidade assistencial. Apoiar reflexões que emergem do cotidiano das ILPIs e transformá-las em aprendizado coletivo integra nosso compromisso com um cuidado mais humano, organizado e sustentável.
Para as ILPIs que buscam maior organização do cuidado e mais clareza na gestão do dia a dia, a Gero360 atua como parceira nesse processo. Nosso ecossistema de gestão foi desenvolvido para apoiar o planejamento assistencial e dar suporte às decisões que sustentam o cuidado centrado na pessoa idosa.
